Primeira Temporada: Glee

Depois de ver alguns episódios aleatórios da segunda temporada de Glee, me assumi um hater forte da série. E não me culpo por isso, os episódios que vi eram bobos e beiravam ao rídiculo. Mas para ter pauta para falar mal decidi assistir a série do começo.

Nunca queimei a lingua tão bonito como em Glee. Sim, a série é boba, seus personagens são muitas vezes razos e suas storylines fraquíssimas, mas era mágico quando alguns desses personagens razos abriam a boca para cantar clássicos dos anos 80.

Então em pouco mais de três semanas, engoli a primeira temporada inteira goela a baixo. Chorei, vibrei, cantei e ri com um grupo de alunos considerados losers que querem apenas cantar e se expressar.

E a série gira em torno desse grupo de alunos, que na primeira temporada se resumem em Rachel, Finn, Kurt, Mercedes, Quinn, Puck, Artie, Brittany, Tina, Santana e Mike (se esqueci algum, me desculpe). Todos fazem parte daquele tipico grupo de adolescentes de escolas americanas, temos o jogar de futebol, o garanhão, a líder de torcida, a menina linda mas estranha, a menina estranha, o deficiente, a garota negra e o gay. Não tinha como ter um grupo mais cilichê.

Todos – depois de um começo de idas e vindas no grupo – se juntam para formar o coral “New Directions” e competir em regionais de corais escolares. O New Directions é liderado pelo professor de espanhol Will Schuester que era ex integrante do Glee Club em sua época. Claro que um lider tem que ter o seu rival, ai que entra a espetacular Jane Lynch como a impagável líder das Cheerios, Sue Sylvester que o que mais quer é acabar com o Glee Club que o professor tanto tenta reerguer.

Ao longo da temporada, várias storylines entre os personagens são criadas, coisas ainda clichês como gravidez na adolescência, bullying, preconceito, paixões, mentiras e blablabla.

A série é riquissíma em personagens (alguns muito inuteis, outros nem tanto) e ainda mais rica em storylines, então não vale ficar sitando uma por uma.

O que me fez mudar totalmente a opnião com Glee, é que a série é, apesar de tudo, talentosa quando quer ser. Ela faz homenagens lindissímas a cantores dos anos 80 e 90, os garotos interpretam com maestria músicas novas e outras nem tão novas assim, as participações são muito bem encaixadas (pelo menos nessa primeira temporada), e é uma série gostosissíma de se ver.

Tudo bem que a temporada não é perfeita, pois com uma série de 22 episódios, vem a responsabilidade de fazer com que esses 22 episódios sejam bons, e nem todos assim cumprem essa responsabilidade. A série tem um bocado de “fillers”, que eu não inválido, pois ainda trazem aquele gostinho legal de Glee, mas vendo ao todo são episódios ruins e chatos. Um exemplo que cito são os dois episódios que antecedem o season finale (20 e 21), ambos são episódios chatissímos que poderiam ser evitados. Eu não morreria se a série só tivesse 20 episódios e o episódio chatão da Lady Gaga não existisse.

Mas isso não tira a magia que é ver quando esses garotos sobem em um palco (peincipalmente quando em seletivas). Confesso que chorei o season finale inteiro. Emociona ver toda uma jonada ser cumprida, mesmo que a conclusão não fosse a esperada.

É isso, Glee vale ser assistido e muito, tem uma primeira temporada fantástica e eu verei a segunda com um olhar mais simpático.

Deixo aqui o video de uma das versões que Glee fez que mais gosto (não a mais foda, mas está entre elas).

Nota: 08/10

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