Reviews: Touch – S01E01

 

Contém spoilers:

Um material de divulgação interessante, um ator que sou fã, um criador que me tornei fã antes de começar a odiá-lo, uma trama batida mas inteligente. Pronto, resumi em poucas palavras o porque resolvi assistir Touch, motivos aparentemente bons, mas será que valeu?

Sim, valeu! Considero como o segundo melhor piloto que eu vi na temporada (o primeiro, ainda acho o de  Smash). Touch conseguiu em seu piloto fazer de uma trama batida, uma história que você se emociona em acompanhar.

A volta do maior astro de ação da televisão Kiefer Sutherland após o cancelamento de 24 Horas é como o administrador de bagagens, pai e viúvo Martin Bohm. Bohm perdeu a mulher nos atentados de 11 de setembro e vive até hoje angútiado pelo seu filho de 11 anos e autista Jake (David Mazouz) que é viciado em aparelhos celulares e nunca sequer disse uma palavra. Além do vicío por números, Jake vive os escrevendo aleatóriamente e em uma noite como outra, todos os celular que Jake havia possuído recentemente começam a tocar, recebendo ligações de um mesmo número. Agora, Martin tem que desvendar oque está acontecendo.

Longe dali, um aparelho celular é perdido no aéroporto e nele continham fotos da filha morta de um cara que trabalha com produtos de cozinha, o mesmo celular, chega as mãos do amigo de uma cantora de bar que a filma pretendendo repassá-lo para que a mesma tenha algum reconhecimento, após passar pelo Japão, o celular é usado como timer em um garoto-bomba que fazia aquilo para poder pagar um forno novo para a família.

Tudo isso estará conectado no final, e essa é basicamente a trama da série.

Eu adorei a forma que a série encontrou para conectar as pessoas, adorei o piloto em si por completo. Mas adorar um piloto de uma série que é criada por Tim Kring não é coisa muito dificíl. O cara sabe realmente como me apresentar personagens e situações, vide Heroes, onde ele me apresentou uma temporada completamente boa e outras tão ruins. E é daí que vai meu medo que Touch não vingue. É uma plot muito boa, mas tão detalhista quanto. Os produtores tem que tomar cuidado com oque vão fazer a partir daí, porque me apresentar algumas cituações e não finaliza-las com perfeição, todos fazem.

Após descobrir que os números que o filho escreve tem um significado, Martin irá atrás do que eles dizem, juntamente com a assistente social Clea Hopkins (Gugu Mbatha-Raw).

Oque a série promete é básicamente conectar várias situações distintas a trama do garoto autista. Para isso, os produtores precisam de perfeição e Tim Kring precisa não repetir os erros cometidos com a falecida Heroes.

No fim, temos um piloto sensacional, muito bem executado e emocionante, porque sim, me emocionei com a história do cara que perde a filha, e com a conclusão da mesma. Recomendo que dê uma chance pelo menos para o piloto, o segundo episódio da série só vai ao ar dia 20/03.

  • Nota:  09/10

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